terça-feira, 2 de junho de 2009

Saí de casa com o intuito de andar! Caminhar!
Tranquei a moto na garagem e abri um sorriso ao entrar no apartamento e imaginar que iria fazer algo realmente bom, simples!
Vesti roupas leves, o tênis favorito, cabelos presos no alto e muita disposição.
Disposição para respirar ar puro, para dar um tempo na pressão dos pensamentos velhos e chatos, distrair a mente, organizar os sentimentos, ouvir o coração e sim... cuidar do corpo!
Bom, eu estou numa ilha! E apesar desta ilha não ter tão maravilhosa e gentil comigo, pelo menos neste momento ela estava mágica! As montanhas envolta traziam segurança. Segurança de que aquele momento era meu e nada haveria de me abalar.
Eu podia caminhar. E caminhar fiz eu.
Caminhei na estrada do mangue até praticamente sentir o cheiro do mar. Quando decidi voltar, eu sentia ele lá com toda sua imensidão, apensar de não o ver.
Comecei a voltar. Cruzei com dezenas de pessoas, observei cada lugar passado de outro angulo, me sentia bem.
Leves pingos começaram a me ecertar exporadicamente.E foram aumentando de segundo em segundo, se centímentro em centímetro. Os carros que passavam à marginal tinham o para-brisas ligado. As luzes intensas dos postes iluminavam cada gotinha que de longe e ao montes fovam um cortinha de cristais que enfeitavam e abençoavam o camino por onde passava.
Notei que algumas pessoas começaram a andar mais rápido. Algumas abriram guarda-chuvas, outra colocavam suas tocas. Uma garota tentava tampar os seus cabelos com uma folha.
(continua)

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